Fundação Universidade Federal de Rondônia Porto Velho, 30 de Abril de 2026

Resumo do Componente Curricular

Dados Gerais do Componente Curricular
Tipo do Componente Curricular: MÓDULO
Unidade Responsável: MESTRADO EM DIREITOS HUMANOS E DESENVOLVIMENTO DA JUSTIÇA (11.30.08)
Código: MDHDJ006
Nome: JUSTIÇA SOCIOAMBIENTAL E SOCIEDADES AMAZÔNICAS
Carga Horária Teórica: 80 h.
Carga Horária Prática: 0 h.
Carga Horária de Ead: 0 h.
Carga Horária Total: 80 h.
Pré-Requisitos:
Co-Requisitos:
Equivalências:
Excluir da Avaliação Institucional: Não
Matriculável On-Line: Sim
Horário Flexível da Turma: Sim
Horário Flexível do Docente: Sim
Obrigatoriedade de Nota Final: Sim
Pode Criar Turma Sem Solicitação: Não
Necessita de Orientador: Não
Exige Horário: Sim
Permite CH Compartilhada: Não
Quantidade de Avaliações: 3
Ementa/Descrição: Propõe-se a discutir a conceituação do termo justiça socioambiental a partir de suas raízes históricas, suas dimensões contemporâneas e no contexto amazônico. São temas de discussão: as origens da crise socioambiental na perspectiva histórica, educacional, ética e cultural da relação homem-natureza e dos marcos da ecologia. Os atores locais e a construção da cidadania nas sociedades amazônicas. Teorias e modelos sobre desenvolvimento, ecossistema e sustentabilidade. Os desafios e impasses do desenvolvimento humano e as novas formas de mobilização e representação democráticas na Amazônia. Da dimensão ambiental à ecologização dos direitos humanos. Relação dos direitos humanos e a justiça socioambiental. Conflitos socioambientais na Amazônia e acesso à justiça.
Referências: ACSERALD, Henri; BEZERRA, Gustavo das Neves; MELLO, Cecilia Campello do A. O que é justiça socioambiental. Rio de Janeiro: Garamond, 2009. ACSELRAD, Henri. Justiça ambiental e construção social do risco. Desenvolvimento e Meio Ambiente, n. 5, p. 49-60, jan./jun., 2002. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/made/article/view/22116 . ACSELRAD, Henri (Org.). A duração das cidades: sustentabilidade e risco nas políticas urbanas. Rio de Janeiro: Lamparina, 2009. ALMEIDA, Alfredo Wagner Berno de; MARÍN, Rosa Elizabeth Acevedo; LÓPEZ, Jesús Alfonso Flórez (eds.). Megaproyectos, actos de estado, pueblos y comunidades tradicionales. Cali, Colômbia: Programa Editorial Universidad Autónoma de Occidente, 2020. 711 p. BECK, Ulrick. Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. 2. ed. São Paulo: Editora 34, 2011. BERTOLDI, Márcia R.; SILVA, Roberta F. Direitos da natureza e acesso à justiça: a ampliação dos atores legitimados em ações coletivas para uma justiça socioambiental. Revista Direito Em Debate, v. 29, n. 54, 2020, p. 118–131. BRAVO, Alvar Avelino Sanchez. Justicia y medio ambiente. Sevilla: Punto Rojo, 2013. BULLARD, Robert. Enfrentando o racismo ambiental no século XXI. In: ACSELRAD, Henri; HERCULANO, Selene; PÁDUA, José Augusto. (Orgs.). Justiça ambiental e cidadania. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2004. DEMAJOROVIC, Jacques. Sociedade de risco e responsabilidade socioambiental: perspectivas para a educação corporativa. 2. ed. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2013. DE GIORGI, Raffaele. (2005). O direito na sociedade do risco. Revista Opinião Jurídica, Fortaleza, p. 383-394. DE GIORGI, Raffaele. (2017). Por uma ecologia dos Direitos Humanos. Traducción del italiano, por: Diego de Paiva Vasconcelos; Aparecida Luzia Alzira Zuin. Revista Opinião Jurídica, Fortaleza, ano 15, n. 20, p. 324-340, jan/jun. DE GIORGI, Raffaele. O risco na sociedade contemporânea. Revista de Direito Sanitário, São Paulo v. 9, n. 1 p. 37-49 Mar./Jun. 2008. FERRAZ, Deise Brião. O que é justiça socioambiental? Raízes Jurídicas, v. 9, n. 2, jul./dez., 2017, p. 43-54. GRISALES, Guillermo A. C. In: FOLLMANN, José I. (org.). Ecologia Integral: abordagens (im)pertinentes. V. 3. São Leopoldo: Casa Leiria, 2021. LEFF, Enrique. Racionalidade Ambiental: a reapropriação social da natureza. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006. LEFF, Enrique. Saber ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. Trad. Lúcia M. Endlich Orth. Petrópolis: Vozes, 2009. MATHEWS, Freya. Deep Ecology. In: JAMIESON, Dale. A Companion to Environmental Philosophy. Malden, Massachusetts: Blackwell Publishers, 2001, p. 218 -232. MARSDEN, T. Globalização e Sustentabilidade: criando espaço para alimentos e natureza. In: CAVALCANTI, J.S.B. (org.) BENDINI, M.; GRAZIANO DA SILVA J. (co-edit.) Globalização, trabalho, meio ambiente: Mudanças socioeconômicas em regiões frutícolas para exportação. Tradução: Maria Auxiliadora Ferraz de Sá, Nicole Louise M. T. de Pontes e Simone Magalhães Britto. Recife: Ed Universitária da UFPE. 1999. p. 25 -46. MARTÍNEZ ALIER, Juan. O ecologismo dos pobres: conflitos ambientais e linguagens de valoração. São Paulo: Contexto, 2007. RAMMÊ, Rogério Santos. Da justiça ambiental aos direitos e deveres ecológicos: conjecturas políticos-filosóficas para uma nova ordem jurídico-ecológica. Caxias do Sul RS: Educs, 2012. RIBEIRO, Wagner Costa. Justiça espacial e justiça socioambiental: uma primeira aproximação. Estudos Avançados, v. 31, n. 89, 2017, jan./abr. 2017, p. 147 - 165. https://doi.org/10.1590/s0103-40142017.31890014. WESTRA, L. e LAWSON, B.E. Faces of environmental racism: confronting issues of global justice. Oxford: Rowman & Littlefield Publishers, 2001. ZHOURI, Andrea. Justiça ambiental, diversidade cultural e accountability. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 23, nº 68, 2008.

SIGAA | Diretoria de Tecnologia da Informação - (69) 2182-2176 | Copyright © 2006-2026 - UNIR - SigBoss2.unir.br.SigBoss2 v4.19.6