Referências: |
Nº Bibliografia Básica - Obrigatória:
01 AFONSO, Michele H. F. Et al. Como construir conhecimento sobre o tema de pesquisa?
Aplicação do processo PROKNOW-C na busca de literatura sobre avaliação do
desenvolvimento sustentável. Revista de Gestão Social e Ambiental - RGSA, São Paulo,
v. 5, n. 2, p.47-62, mai./ago. 2011.
02 AMADO, João da Silva. A técnica de Análise de Conteúdo. Revista Referência e Enfermagem, nº
5, Portugal, novembro 2000.
03 BOTELHO, Louise L. R.; CUNHA, Cristiano C. de A.; MACEDO, Marcelo. O método da revisão
integrativa nos estudos organizacionais. Gestão e Sociedade, v. 5, n. 11, p. 121-136, 2011.
04 BAUER, Martin W.; GASKELL, George. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som.: um
manual prático. 12 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.
05 CRESWELL, J. Projeto de pesquisa: métodos qualitativo, quantitativo e misto. 3. ed. Porto Alegre:
Booking:Artimed, 2010.
06 CRESWELL, J. Investigação Qualitativa e Projeto de Pesquisa: escolhendo entre cinco
abordagens. 3 ed. Porto Alegre: Penso, 2014.
07 CRESWELL, J. Pesquisa de métodos mistos. 2.ed. Porto Alegre: Penso, 2013.
08 CUNHA, J. A. C. da; YOKOMIZO, C. A.; BONACIM, C. A. G. Miopias de uma lente de aumento: as limitações da
análise de documentos no estudo das organizações. Revista Alcance, Itajaí/SC, v. 20, n. 4, p. 431-446,
2013. Disponível em: <http://www.spell.org.br/documentos/download/31246>.
Acesso em: 10 ago. 2014.
09 DENZIN, N.K.; LINCOLN, Y.S. (orgs). O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e
abordagens. 2 ed. Porto alegre: Artimed : Bookman, 2006.
10 DENZIN, N.K.; LINCOLN, Y.S. (orgs). Strategies of Qualitative Inquiry. 3 ed.Thousand Oaks:
Sage, 2007.
11 Freitas, Maria E. de. Viva a tese! um guia de sobrevivência. 2 ed. Rio de Janeiro: Editora
FGV, 2002.
12 GODOY, A. S. Refletindo sobre critérios de qualidade da pesquisa qualitativa. GESTÃO.Org.
Revista Eletrônica de Gestão Organizacional, Recife/PE, v. 3, n. 2, p. 80-89, 2005. Disponível em:
http://www.spell.org.br/documentos/download/11383 . Acesso em: 10 ago. 2014.
13 KUHN, T. S. A estrutura das revoluções científicas. 9. Ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.
14 MORGAN, Gareth. Paradigmas, metaforas e resolucao de quebra-cabecas nateoria das
organizacoes. RAE-Revista de Administração de Empresas, vol. 45, n. 1, jan-mar 2005.
15 POPPER, K.R. A lógica da pesquisa científica. 11 ed. São Paulo: Cultrix, 1974.
16 ROTHER, Terezinha E.. Revisão sistemática X revisão narrativa. Acta Paulista de Enfermagem,
20(2), vi, Editorial, 2007.
17 SACCOL, Amarolinda Zanela. Um retorno ao básico: compreendendo os paradigmas de pesquisa
e sua aplicação na pesquisa em administração. Rev. Adm. UFSM, Santa Maria, v. 2, n. 2, p. 250-
269, maio/ago. 2009.
18 SAUNDERS, Mark.; LEWIS, Philip.; THORNHILL, Adrian. Research Methods for
Business Students. 6 ed. Essex, England: Pearson, 2012. Disponível em: <
http://www.abcdebook.com/product/research-methods-for-business-students-6th-edition/ >.
19 STAKE, R.E. A arte da investigação com estudos de casos. 2 ed. Lisboa: Fundação Caloustre
Gulbenkian, 2009.
20 TEIXEIRA, E. B. A análise de dados na pesquisa científica: importância e desafios em estudos
organizacionais. Desenvolvimento em Questão, Ijuí/RS, v. 1, n. 2, p. 177-201, 2003. Disponível em:
http://www.spell.org.br/documentos/download/20204 . Acesso em: 10 ago. 2014.
21 TEIXEIRA, J. C.; NASCIMENTO, M. C. R.; CARRIERI, A. P. Triangulação entre métodos na administração:
gerando conversações paradigmáticas ou meras validações convergentes? Revista de Administração
Pública, Rio de Janeiro, v. 46, n. 1, p. 191-220, 2012.
Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rap/v46n1/v46n1a10.pdf . Acesso em: 02 de abr. de 2015.
22 THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 18 ed. São Paulo: Cortez, 2008.
23 YIN, R.K. Estudo de caso: planejamento e métodos. Porto Alegre. Bookman, 2001.
Nº Bibliografia Sugerida:
01 BABBIE, E. Métodos de pesquisas de Survey. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2001.
02 BARDIN, L. Análise de conteúdo. 3. Ed. Lisboa: Edições 70, 2004.
03 BIANCHI, Eliane M. P. G.; IKEDA, Ana A. Usos e aplicações da Grounded Theory em
Administração. Revista Gestão.Org, v. 6, n. 2, p. 231-248, 2008.
04 CALDAS; Miguel P.; FACHIN, Roberto. Paradigma funcionalista: desenvolvimento de teorias e
institucionalismo nos anos 1980 e 1990. RAE, v. 45, n. 2, p. 46-51, 2005.
05 CAMPBELL, Donald T.; STANLEY, Julien C. Delineamentos experimentais e quaseexperimentais
de pesquisa. São Paulo: EPV EDUSP, 1979.
06 DEETZ, Stanley. Describing differences in approaches to organization science: rethinking Burrell
and Morgan and their legacy. Organization Science, v. 7, n. 2, p. 191-208, 1996.
07 DENZIN, N.K.; LINCOLN, Y.S. (Orgs). The SAGE Handbook of Qualitative Research. 3 ed.
Thousand Oaks: Sage, 2005.
08 DENZIN, N.K.; LINCOLN, Y.S. (Orgs). Collecting and Interpreting Qualitative Materials. 3 ed.
Thousand Oaks: Sage, 2007.
09 DIMAGGIO, P.J. Comments on What Theory is Not. Administrative Science Quarterly, v. 40,
1995, pp. 391-397.
10 EISENHARDT, K.M. Building theories from case study research. Academy of Management
Review, v. 14, n. 4, 1989, pp. 532-550.
11 FLICK, Uwe. Introdução à pesquisa qualitativa. 3. ed. Porto alegre: Artmed, 2009.
12 GENZUK, M. Synthesis of ethnographic research. 2003. www.ref.usc. edu/~genzuk/Ethnographic_
Research. pdf.
13 GIBBS, G. Análise de dados qualitativos: coleção pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Bookman, 2009.
Capítulos 1, 2, 4, 6 e 10. Disponível parcialmente em: http://books.google.com.br/books?id=t1TWL4__w4cC&printsec
=frontcover&hl=pt-BR#v=onepage&q&f=false . Acesso em: 10 ago. 2014.
14 GODOI, C.K.; BANDEIRA-DE-MELLO, R.; DA SILVA, A.B. (Orgs.). Pesquisa qualitativa em
estudos organizacionais: Paradigmas, estratégias e métodos. São Paulo: Saraiva, 2006, 460 p.
15 HESSER-BIBER, Sharlene N.; LEAVY, Patriciav (eds.). Handbook of emergent methods. New
York: The Guilford Press, 2008.
16 KERLINGER, Fred. Metodologia da pesquisa em ciências sociais. São Paulo: EPV-EDUSP, 1979.
17 MINAYO, Maria C. de S.; ASSIS, Simone G. de; SOUZA, Edinilza R. (Orgs). Avaliação por
triangulação de métodos. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2005.
18 MORGAN, Gareth; SMIRCICH, Linda. The case for qualitative research. The Academy of
Management Review,; v. 5, n. 4, p. 491-500, 1980.
19 PATTON, M. Qualitative research and evaluation methods. Thousand Oaks: Sage, 2002.
20 ROCHA, D.; DEUSDARA, B. Análise de Conteúdo e Análise do Discurso: aproximações e afastamentos na
(re)construção de uma trajetória. Alea, Rio de Janeiro, v. 7, n. 2, p. 305-322, 2005. Disponível em:
http://www.scielo.br/pdf/alea/v7n2/a10v7n2.pdf . Acesso em: 10 ago. 2014.
21 SHAH, Sonali K.; CORLEY, Kevin G.. Building Better Theory by Bridging the Quantitative
Qualitative Divide. Journal of Management Studies, 43:8, p. 1821 1835, December 2006.
22 SELLTIZ, C.; WRIGHTSMAN, L. S.; COOK, S. W. Métodos de pesquisa nas relações sociais:
delineamentos de pesquisa. 2. ed. 3. reimp. São Paulo: EPV : EDUSP, 2004. v. 1.
23 ______ . Métodos de pesquisa nas relações sociais: medidas na pesquisa social. 2. ed. 3. reimp.
São Paulo: EPV : EDUSP, 2004. v. 2.
24 SÁ-SILVA, J. R.; ALMEIDA, C. D. de; GUINDANI, J. F. Pesquisa documental: pistas teóricas e metodológicas.
Revista Brasileira de História & Ciências Sociais, São Leopoldo/RS, v. 1, n. 1, p. 1-15. jul. 2009.
Disponível em: <http://www.rbhcs.com/index_arquivos/Artigo.Pesquisa%20documental.pdf>. Acesso em: 10 ago. 2014.
25 STAKE, R.E. Pesquisa qualitativa: estudando como as coisas funcionam. Porto Alegre: Penso,
2011.
26 TRIVINOS, A.N.S. Introdução à pesquisa de ciências sociais. 1. ed., 14 reimp. São Paulo: Atlas,
2006.
27 ULRICH, W. Beyond methodology choice: Critical systems thinking as critically systemic
discourse. Journal of the Operational Research Society, v. 54, 2003, pp. 325-342.
28 VERGARA, Sylvia. C. Métodos de Coleta de Dados no Campo . 2 ed. São Paulo: Editora
Atlas, 2012.
29 WEBER, Ron. The Rhetoric of Positivism Versus Interpretivism: A Personal View. MIS
Quarterly, 28, 1, Mar 2004
30 WEICK, K.E.
|