ABYA YALA: MULHERES INDIGENAS, UM ESTUDO A PARTIR DO FEMINISMO COMUNITARIO NA CIDADE DE PORTO VELHO/ RO.
mulheres indígenas, feminismo comunitário.
A presente pesquisa parte da disposição de compreender as presenças das mulheres indígenas, especialmente as de Rondônia, em contexto de cidade e comunidade em território T.I, a partir dos movimentos sociais, dentro e fora da comunidade. Dentro de uma proposta decolonial, a construção do trabalho se baseou principalmente no feminismo comunitário indígena na observação da participação das mulheres indígenas no movimento indígena que se constituíram em rodas de conversas e nas mobilizações indígenas que podem ser encontradas em todo conteúdo do texto, mas, especialmente no último capítulo. A articulação e participação das mulheres indígenas de Rondônia, em contexto de cidade e comunidades indígenas, bem como as de Porto Velho. Contextualizando o Feminismo Comunitário Indígena uma perspectiva de luta e organização das mulheres indígenas. O corpo desta pesquisa se dedica transversalmente a uma abordagem do tema Abya Yala no contexto do feminismo comunitário indígena, se aprofundando na realidade das mulheres indígenas. Apresenta dados qualitativos, reflexão acerca da inserção e participação de mulheres indígenas no movimento indígena, bem como dos desafios enfrentados. São múltiplas as incompreensões acerca do feminismo comunitário indígena, em relação a mulher indígena, a presença dessas mulheres no movimento indígena tem fortalecido a luta dos povos originários e vem ganhando proporções crescentes, realidade que estava muito distantes de ser reconhecida o movimento traz a voz da mulher indígena, rompendo o silencio, esses dados qualitativos corrobora ainda mais na luta dos povos, em que as mulheres indígenas, diferente das não indígenas vivem realidades totalmente diferentes, são mulheres que dentro e fora de suas comunidades não esmorecem a lutar pela garantia e defesa dos seus direitos dos povo indígena. Desta maneira busco colaborar para que o curso de Pós graduação em História da Amazônia da Fundação Universidade Federal de Rondônia possa aprimorar conhecimento acerca da realidade histórica de mulheres indígenas de Rondônia. Por fim, fica evidenciado que o feminismo comunitário parte do princípio da despatriarcalização, através da luta coletiva comunitária de mulheres indígenas “memória ancestral".