POLÍTICA PARA POMBOS: O [IN]ACESSO DAS TRAVESTIS, DE TRANSEXUAIS E DE TRANSGÊNEROS AO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE EM RONDÔNIA
Queer; SUS; Saúde Pública, LGBTIQ
O objetivo desta pesquisa é a análise da falta de acesso das travestis, de transgêneros e de transexuais ao Sistema Único de Saúde (SUS) no estado de Rondônia, notadamente ao Processo Transexualizador (PrTr). O olhar é lançado sobre a diferença sexual/identitária humana, por meio do diálogo interdisciplinar dos campos dos direitos humanos; do direito sanitário; dos estudos das sexualidades e de gênero. A fim de elaborar crítica e apresentar uma proposta de política pública possível de ser executada dentro a logicidade do SUS rondoniense/amazônico/periférico, recorri aos estudos afeitos à colonialidade (pós-coloniais e descolonais); à observação antropológica participante, registro [auto]etnográfico e à teoria queer, que por sua vez, posicionaram este trabalho por meio uma metodologia experimental. Esta pesquisa é de métodos mistos, com abordagem qualitativa, descritiva e aplicada, recorri ao método queer, à desobediência epistemológica decolonial e à [auto]etnografia como instrumentos metodológicos.