Banca de DEFESA: CLÁUDIA FERREIRA DE ALMEIDA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : CLÁUDIA FERREIRA DE ALMEIDA
DATA : 08/05/2023
HORA: 14:00
LOCAL: Google.meet
TÍTULO:

GÊNERO, VIOLÊNCIA E DIREITOS HUMANOS: UMA ANÁLISE DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA MULHERES COM DEFICIÊNCIA NO MUNICÍPIO DE RIO BRANCO/ACRE


PALAVRAS-CHAVES:

Violência contra a mulher; violência doméstica; pessoa com deficiência; acessibilidade; mulher.


PÁGINAS: 238
RESUMO:

Este trabalho tem como foco das atenções o tema violência doméstica e familiar contra as mulheres com deficiência física e sensorial. Possui como objetivo geral mapear a violência doméstica e familiar contra mulheres com deficiência física ou sensorial acompanhadas pela rede de proteção disponível no município de Rio Branco/AC, por meio das ocorrências com inquéritos concluídos registrados na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) dos últimos 2 anos. A pesquisa parte das seguintes questões: Quais as dificuldades de acesso à justiça da mulher com deficiência física e sensorial vítima de violência doméstica e familiar no município de Rio Branco/AC/Brasil? Qual o perfil da violência doméstica e familiar contra a mulher com deficiência em Rio Branco/AC? Como melhorar a acessibilidade da mulher com deficiência à rede de proteção existente em Rio Branco/AC? Utiliza-se o método indutivo, pois as experiências individuais das mulheres com deficiência serão base para o conhecimento geral. É uma pesquisa aplicada quanto à natureza, pois visa a solução de problema específico e aplicação prática. Tem abordagem mista com dados e análise quantitativa e qualitativa. Quanto aos objetivos a pesquisa é exploratória e descritiva, já que visa esclarecer o tema que é pouco explorado, além de descrever características do fenômeno. Utiliza-se as técnicas da pesquisa documental e entrevista para coleta de dados, e a análise ocorre por meio de técnicas estatísticas (média aritmética, percentagem, gráficos e tabelas) e análise de conteúdo. A pesquisa foi aprovada pelo CEP/UNIR (CAAE: 60911722.6.0000.5300, parecer n. 5.634.333). Como resultados constatou-se que o Acre e sua capital Rio Branco possuem altas taxas de crimes contra as mulheres. Não existem dados estatísticas sobre a mulher com deficiência no “Anuário de Segurança Pública”. Os dados da “Central de Atendimento à Mulher” demonstram que a mulher com deficiência vítima de violência no Acre, na maioria dos casos são pardas, na faixa de 45 a 49 anos, com ensino médio completo e renda de até um salário mínimo. E o agressor da mulher com deficiência, neste Estado, são homens, pardos, na faixa de 30 a 39 anos, com ensino superior completo e renda de 5 a 15 salários mínimos.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1734261 - FERNANDO DANNER
Interno - 1478202 - MARCIO SECCO
Interna - 1671367 - PATRICIA MARA CABRAL DE VASCONCELLOS
Externa à Instituição - MARIA DAS GRAÇAS ALVES PEREIRA
Notícia cadastrada em: 10/05/2023 22:18
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