Banca de DEFESA: ALEX AUGUSTO FERREIRA E FERREIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : ALEX AUGUSTO FERREIRA E FERREIRA
DATA : 31/03/2020
HORA: 14:30
LOCAL: Programa de Pós Graduação em Biologia
TÍTULO:

TRATAMENTO DE ENVENENAMENTO POR SERPENTES: TERAPIAS
COADJUVANTES À SOROTERAPIA CONVENCIONAL UTILIZANDO
FOTOBIOMODULAÇÃO (LED) E DEXAMETASONA



PALAVRAS-CHAVES:

Palavras-chave: Ofidismo. Fotobiomodulação. LED. Soroterapia.
Dexametasona. Tratamento.



PÁGINAS: 90
RESUMO:

O sistema único de saúde (SUS) constitui-se de um conjunto de ações e
serviços de assistência à população por meio de estratégias que visam a
promoção, proteção e recuperação da saúde. Tais preceitos têm o intuito de
minimizar sequelas e reduzir o tempo de internação do paciente. São
notificados anualmente no Brasil, cerca de 14 acidentes ofídicos/100.000
habitantes. Esse número dobra quando se trata do estado de Rondônia, onde o
envenenamento causado por serpentes do gênero
Bothrops é responsável por
cerca de 73,5% dos casos notificados. Esses acidentes estão frequentemente
associados a manifestações locais graves e complexas, tais como dor, edema,
inflamação, hemorragia e mionecrose. Sendo assim, são necessários estudos
que visam um tratamento mais eficaz dos danos locais. O Presente estudo
utiliza venenos de
B. Jararacussu (25 µg/animal) e B. atrox (50 µg/animal),
fornecidos pelo CEBio e camundongos Swiss heterogêneos entre 18 a 22
gramas fornecidos pelo biotério do ICTB/RJ. Após 30 minutos da mimetização
do envenenamento por serpentes, os animais são tratados com algum dos
tratamentos propostos e após 3 horas são realizadas as coletas de sangue e
músculo para realização de ensaios de citotoxicidade, miotoxicidade e ainda
será realizado avaliação da ativação do inflamassoma através da expressão de
IL-1β, caspase-1 e NLRP3, além de análise histológica da lesão muscular. Os
resultados prévios mostram que os grupos tratados com LED apresentaram
redução significativa da citotoxicidade e miotoxicidade quando comparado ao
grupo não tratado e ao grupo tratado com antiveneno. Os dados obtidos até
momento corroboram com vários estudos da literatura que também utilizaram
alguma das diversas variações da fotobiomodulação para o tratamento do
envenenamento por algumas espécies de serpentes do gênero Bothrops.



MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - MARCOS ROBERTO DE MATTOS FONTES - UNESP
Externo à Instituição - MORENO MAGALHÃES DE SOUZA RODRIGUES - UFMG
Interno - 739.335.462-49 - SORAYA DOS SANTOS PEREIRA - UNIR
Notícia cadastrada em: 16/03/2020 17:26
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