UMA E OUTRAS COISAS QUE INSPIRAM O OLHAR DAS CRIANÇAS PARA A NATUREZA
Relações. Crianças. Natureza. Rizomas
Essa pesquisa acontece entre as relações cotidianas das crianças em suas experiências com a natureza, com a pesquisadora, com a escola e os espaços por onde a pesquisa revela-se. A pesquisadora inicia a experiência com crianças de 4 (quatro) à 5 (cinco) anos do Centro Municipal de Educação Infantil de Ji-Paraná - Felipe Anselmo Abreu de Souza. Para escorregar pela pesquisa adota-se uma abordagem rizomática, onde cria-se espaços de esquizoaprendizagens, bem como, encontros colaborativos com autores da infância, e entram para a roda de conversa: Agamben (2005), Barros (2010), Chisté (2015), Deleuze
e Guattari (1997), Kohan (2003, 2004, 2007), Kastrup (2000, 2001, 2007, 2015), Larrosa (2004), Leite (2011) Gallo (2019), Cammarota (2021), Oliveira (2022). Na composição da escrita, a pesquisa apresenta-se como modo criança, uma vez que, com as câmeras em mãos, as crianças potencializam as experiências, e caminham pelas produções imagéticas. Como rizomas suas curiosidades buscam outros lugares, e através dessas miudezas vão cartografando, criando mapas e nas experiências vivenciadas, enxergamos pelos olhos das crianças, a natureza, onde acontece o devir-criança.