Banca de DEFESA: WELICA MOREIRA SAMPAIO PRADO

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : WELICA MOREIRA SAMPAIO PRADO
DATA : 27/02/2026
HORA: 14:00
LOCAL: https://meet.google.com/umm-exyk-gfj
TÍTULO:

O MODO QUE AS CRIANÇAS OPERAM EM MEIO AOS ESPAÇOS PÚBLICOS –PRAÇAS E PARQUES DE JI-PARANÁ / RONDÔNIA

 


PALAVRAS-CHAVES:

 Infância. Brincadeiras Inventivas. Natureza. Espaços Públicos.


PÁGINAS: 103
RESUMO:

Esta escrita movimentou pensamentos e invenções, promovendo um re-encontro ao modo criança. Lançar um olhar sem propostas pré-determinadas, permitiu perceber o explorar das crianças nos espaços cotidianos em meio a natureza, onde infinitas possibilidades se constroem a partir do brincar. A pesquisa foi realizada em locais abertos frequentados pelas famílias da cidade de Ji-Paraná, Rondônia, em espaços públicos destinados ao lazer. A experiência se deu com crianças grandes e pequenas, com interações diversas com os outros e com o ambiente. Para adentrar esta pesquisa, que fundamenta-se na perspectiva da cartografia como método de pesquisa-intervenção com Passos; Kastrup, e Escóssia (1999, 2007, 2009), articulada ao conceito de rizoma de Deleuze e Guattari (1995), compreendendo a pesquisa como acompanhamento de processos e produção de realidade, com suas múltiplas conexões, trajetos imprevisíveis e contínuos, com contribuições sobre brincadeira e cultura infantil por Kishimoto ( 2010), bem como, diálogos com textos que entrelaçam com a infância como dimensão política e estética da existência, tais como Benjamin (1984), Agamben (2005), Kohan (2010) e Larrosa (2002), Barros (2011), Chisté (2015), Leite (2011), Corsaro (2011). Os resultados serão com os principais sujeitos, empenhados na produção de imagens – fílmicas e fotográficas, com seu investigar de observações detalhadas, sobre o que estão a observar e experimentar por detrás das lentes de uma Câmera, que hoje intrínseco, na junção com os meios de comunicação. Os resultados evidenciam que os espaços naturais potencializam experiências inventivas, favorecendo práticas simbólicas, fabulações e processos de esquizo-aprendizagem Kastrup (1999), nas quais o brincar emerge como produção de sentido, e reinvenção do cotidiano. Nesse processo investigativo, as contribuições são das crianças, em um percurso conduzido com seriedade, criatividade e imaginação, compondo uma escrita que nasce desses encontros no modo criança. Palavra-chave: Infância. Brincadeiras Inventivas. Natureza. Espaços Públicos.

 

 


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 2494508 - BIANCA SANTOS CHISTE
Externo à Instituição - GIOVANI CAMMAROTA - UFJF
Interna - 1865817 - MARIA ROSANGELA SOARES
Interna - 3000260 - PAMELA VICENTINI FAETI
Externo ao Programa - 3063533 - RAFAEL CHRISTOFOLETTI - null
Notícia cadastrada em: 26/02/2026 15:58
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